Home / Notícias
17/09/2011 – A ameaça de uma possível bolha imobiliária no país, como a que afetou os EUA em 2008, está longe de SC. A construção civil manteve o emprego em alta no Estado, responsável por 60% das contratações no mês de julho, e continua aquecida.
Segundo o presidente do Sinduscon, Helio Bairros, como o governo federal não tinha políticas públicas para a habitação até 2001 (a não ser para a baixa renda, através do antigo BNH, na década de 1970), a demanda reprimida por imóveis ainda é expressiva.
– Não há cultura, no Brasil, de comprar imóveis para especulação. Aqui, ou se compra para morar ou para ter renda. As exigências para financiamento também são mais criteriosas do que nos EUA. E a valorização dos imóveis está em níveis normais, que é de cerca de 17% a 20% ao ano. Isso só ultrapassa 40% em locais como a Beira-Mar ou Jurerê, por motivos pontuais, como a falta de terrenos para construir ou projetos muito especiais. Só há bolha quando um imóvel dobra de valor de um ano para o outro – explica.
Salão do Imóvel será 20% maior
Por conta do aquecimento do setor, o presidente do Sinduscon, Helio Bairros, acredita que os negócios a serem fechados durante e depois do Salão do Imóvel, que ocorre de 24 a 29 de agosto, no CentroSul, devem aumentar 20%. Em 2010, foram R$ 500 milhões. Este ano, a estimativa é de R$ 100 milhões fechados no evento e outros R$ 500 milhões nas negociações posteriores.
– Esperamos entre 30 mil e 40 mil visitantes. Teremos 200 expositores (em 2010 foram 160), representando 400 marcas (em 2010 foram 350) – diz.
A novidade será a participação de empresas de móveis e decoração este ano.
Fonte: Diário Catarinense/ Informe Econômico
Interessado em fornecer para a Rudnick Minérios clique aqui.
Mapa do Site | Política | Copyright
Sintonia